Na última empresa em que trabalhei, conheci a advogada Manu. Ela não vê com os olhos, mas enxerga melhor que todos ali, por meio do som, do tato, da respiração. Manu era capaz de saber o meu humor de acordo com a entonação do meu "bom dia". Ela já morou sozinha, é uma profissional competente e desde cedo foi acostumada a viver como os que enxergam primordialmente através dos olhos.
São pessoas como a Manu que provam que cegos, cadeirantes, surdos ou portadores de qualquer outra deficiência podem levar uma vida plena, completa, adaptando suas dificuldades e mostrando o quanto são capazes de vencer pessoal e profissionalmente.
Dados do IBGE de 2010 apontam que 23,91% da população brasileira possui alguma deficiência. Destes, 3,5% possuem cegueira ou baixa visão. Portanto, ferramentas como o Braille devem ser valorizadas por permitirem a essas pessoas a inclusão, o respeito e a independência.
A proposta do Comunica e Marketeia é não apenas apontar contextualizações gerais, mas também mostrar como instituições e empresas lidam com realidades brasileiras ou globais. Neste sentido, tomo a liberdade de destacar a iniciativa da Fundação Dorina Nowill (http://www.fundacaodorina.org.br/), que há 65 anos dedica-se à inclusão social de crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão. Navegando pelo trabalho da fundação, é possível conferir as ações de reabilitação, educação especial e até mesmo programas de empregabilidade. Parabéns pelo trabalho!
A menina da foto toca o globo e
descobre os países graças da Braille

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