Eis que nesta semana, passeando pelo Comunicadores (http://comunicadores.info/), me deparei com uma ação sensacional, implementada na Coreia do Sul. A rede de varejo Tesco disponibilizou, nas estações de metrô, painéis que imitam gôndolas de supermercado, com imagens de produtos diversos. Os usuários tem a opção de fazer uma lista dos produtos desejados - cada um com seu QR Code respectivo - pelo celular, efetuar o pagamento da compra e pronto: a cestinha de produtos é entregue diretamente em domicílio. Vejam só se não é o máximo:
Depois de descobrir a ação da Tesco, não foi difícil encontrar outras iniciativas de tirar o chapéu. A que eu mais gostei foi a da Heineken. Dando continuidade às suas ações fantasbolicamente fantásticas, a marca de cerveja fez do Festival de Música Heineken Open’er, na Polônia, um ambiente ainda mais interativo a partir dos QR Codes. Vale a pena assistir:
Já a Continental Airlines (proprietária e controladora da Copa Airlines, do Panamá) não obteve tanto sucesso na hora de utilizar os QR Codes. O código foi impresso em sua revista de bordo, vinculando milhas aos passageiros sem a necessidade de acessar contas online. Pena que, ao digitalizar o código, o usuário era direcionado a um conteúdo mal formatado para smartphones e tablets, o que impossibilitou a conclusão da ação. Outro ponto negativo: a revista de bordo é lida durante os vôos, ambiente que não permite acesso a wi-fi.
A Continental Airlines já não se saiu bem com os códigos...
A moral da história - ou dos códigos bonitinhos - é que não utilizá-los não é o suficiente. Como toda ação, em mídias tradicionais ou cibernéticas, é importante planejar e pensar em todos os riscos. Qualquer deslize pode prejudicar a imagem e a reputação.

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