Numa reunião de confraternização organizada em uma pizzaria, estavam funcionários da empresa com seus respectivos cônjuges.
- O que você vai tomar, querida? - perguntou um funcionário.
- Eu quero uma Coca, por favor.
Todos na mesa ficaram imóveis e atônitos.
- O que é que é, heim? Eu quero uma Coca! - disse para o namorado.
- Querida, vamos ver no cardápio quais sabores de suco te agradam mais...
Ok, o funcionário que sugeriu a pizzaria, poderia ter ligado com antecedência, questionando se o estabelecimento tinha exclusividade de fornecimento com alguma empresa de bebidas. Mas, o mais interessante neste caso é a cultura tão disseminada da proibição. Eu tenho alguns amigos que trabalham ou já trabalharam em empresas do segmento e nunca vi nenhum deles burlar a orientação: nas festas, sempre levam as marcas "permitidas" e mal comentam sobre o assunto.
A velha disputa pode acontecer em momentos constrangedores...
Talvez seja um pouco agressivo obrigar um funcionário a não consumir o produto da concorrência. Mas o mundo globalizado e corporativo é assim: cada profissional deve buscar o ambiente com que mais se identifique. Não há nada de certo ou errado nisso. Há, sim, um grande desafio à área de comunicação organizacional, que deve trabalhar a imagem da empresa de maneira assertiva e eficiente, especialmente quando o assunto for público interno.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Quer contribuir?